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Este é o seu magazine médico. Pretende contribuir para a adopção de hábitos que lhe proporcionem uma vida saudável, apresentado-lhe informações e dicas uteis para o seu dia a dia.
5 anti-histamínicos naturais para combater a alergia
2017-03-21 18:49:51 Drasanvi Drasanvi Dicas da Mulher

Hoje falamos dos princípios ativos naturais com efeito anti-histamínico e antiinflamatório que nos podem ajudar a lidar com os sintomas da alergia as gramas e outras plantas

 

Se não é alérgico ao pólen não sabes quais são os sintomas de exaustão. A medida que vai aumentando a concentração de pólen na atmosfera, a comichão nos olhos, o cansaço e a congestão apoderam-se de nós … e tornando-se em alguns casos muito irritante.

Mesmo não estando na Primavera, não estamos livres das alergias. O pólen de oliveira, pinheiro e gramas continuam dando luta durante o verão, e até o inicio do inverno.

Hoje falaremos de como apaziguar os sintomas da alergia, uma vez que estes estão aí e com produtos naturais.
Recordámos que uma das suas vantagens é que não produzem sonolência, como a maior parte dos medicamentos anti-histamínicos.

 

5 princípios naturais ativos com efeito anti-histamínico

 

1. Magnésio: os legumes, os cereais integrais em grão ( aveia, espelta e centeio ), as sementes de sésamo e as frutas ( melão, pêssego, pêra e abacate) contém magnésio que inibe a libertação de histamina e produz um efeito broncodilatador.

2. Quercetina: a cebola, o alho, os espinafres, os brócolos, a couve-flor, as couves de Bruxelas, o pimento vermelho e a maçã contêm este flavonoide que produz atividade antioxidante e tem efeito anti-inflamatório ( inibe as enzimas que intervêm em uma inflamação) e reduz a libertação de histamina ( estabilizando as células de molécula óssea que lá sintetizam e armazenam). Também, potencia a ação da vitamina C, atuando de forma sinergica.

 

3. Vitamina C: Também é capaz de inibir, por si só, a libertação de histamina. Neste caso, a gerada por parte dos leucócitos. A couve verde, os brócolos, a couve-flor, os pimentos e algumas frutas ( kiwi, papaia, laranja, morango) contem Vitamina C. As suas propriedades antioxidantes ajudam também a proteger as células do sistema respiratório de radicais livres causados pela alergia.

 

4. Vitaminas do grupo B: presentes em frutos secos, cereais integrais, legumes, milho, abacate, levedura de cerveja e vegetais verdes em geral. Têm um efeito anti-inflamatório sobre o organismo e que ajuda no processo analgésico.

 

5. Omega 3: É um ácido gordo que participa nos processos inflamatórios inibindo-os e contribui para um melhor funcionamento do sistema imunológico. Podemos encontrá-lo em grão de bico, brócolos, nabos, alface e várias sementes ( chia, abóbora e cânhamo).

 

Para além de incluir estes alimentos na nossa dieta, podemos introduzir como apoio suplementos produzidos à base dos mesmos, assim como outras plantas que produzem, de forma natural, um efeito anti-histamínico, como o sol-de-ouro, o sabugueiro, a cúrcuma, a urtiga verde, a fumaria e a raiz de alcaçuz.

 

Também existe uma combinação dos princípios ativos enumerados anteriormente com extratos secos de plantas mencionadas. Por exemplo, de Quercitina e Vitamina C com extrato seco de sol-de-ouro e de urtiga verde que fornecem, também, componentes de valor acrescentado como a N-Acetilcisteína, que ajuda na respiração, a fadiga e protege contra os fatores ambientais.

 

Que podemos fazer para prevenir os sintomas das alergias

 

  • Evitar o contacto do polen com as mucosas de boca, nariz e olhos.
  • Evitar acudir a zonas de concentração de pólen e gramas, como parques, campo e outros.
  • Usar óculos de sol e mascaras de proteção
  • Anti-histamínicos: Mas cuidado! Podem produzir sono e diminuição da atenção
  • De carro, sempre com as janelas fechadas e o ar acondicionado em circuito fechado, com filtros de pólen.
  • Evitar deslocações em bicicleta ou mota.
  • Em casa, usar aspirador e toalhetes húmidos
  • Se vai passear tenha em conta que as maiores concentrações de pólen ocorrem na primeira hora da manhã e última hora da tarde.

 

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Outono e Inverno - Plantas que ajudam...
2016-09-13 01:56:24 naturok naturok naturok

Cipreste

O aliado contra os Herpes

Símbolo de conforto e consolo para a vida após a morte. Há muito que é reputado pelos benefícios que apresenta na pele e no tratamento de problemas circulatórios. Recentemente descobriu-se que, afinal, também é antiviral, aliviando tosses ou congestão pulmonar.

Porque funciona? O seu efeito antiviral é reconhecido sobretudo, no combate ao vírus do herpes. Funciona porque contém princípios ativos que atuam como antitússicos e descongestionantes, e ainda, por possuir na sua composição, taninos, uma substância de origem vegetal que inibe o ‘ataque’ dos micro-organismos.

Forma de tomar: Em caso de gripe, ou herpes, o ideal será optar por extratos de plantas estandardizadas – EPS (seleção de extratos que oferece uma garantia excecional de pureza, vigor e qualidade) - solicite uma mistura de 2/3 deste extrato de ciprestre + 1/3 de extratos de equinácea, de forma a tomar com duas colheres de chá num copo de água, pela manhã, durante 10 dias por mês. Se estiver realmente a sentir-se em baixo, beba o preparado de manhã e à noite.

No cuidado da pele poderá recorrer ao óleo essencial de cipreste, pois é hidratante, calmante e relaxante. Mas atenção: Como qualquer óleo essencial, deverá primeiro ser diluído num óleo base antes de ser aplicado ou em banhos aromáticos. Os óleos essenciais não podem ser usados diretamente na pele.

Precauções: Contraindicado para grávidas.

Curcuma (Açafrão-da-terra)

O ‘corante’ protetor

A índia detém cerca de 50% da sua produção mundial. Da família do gengibre, o pó desta planta é extraído da sua raiz seca e moída. Os extratos de curcuma, anti-inflamatórios e antioxidantes, têm sido largamente utilizados na medicina Ayuvérdica, sobretudo a título preventivo em situações de tosse, sinusite, reumático ou ferimentos, uma vez que é um ótimo cicatrizante. É igualmente utilizada como condimento (ou corante de cor amarela) na culinária, uma vez que o açafrão-da-terra é um dos componentes do caril.

Porque funciona? Os seus extratos protegem os nossos tecidos graças à ação antioxidante que impera contra os eventuais elementos nefastos que agridam o organismo.

Forma de tomar: Comece pela alimentação. Deguste um bom caril uma vez por semana, onde consumirá cerca de 1g de açafrão-da-terra. Como alternativa, use-o na preparação de pequenos cozinhados, como arroz e massa. Uma observação: Funciona melhor quando associado à pimenta. Por fim, poderá ainda fazer um chá com os seus extratos, útil em gripes, constipações e dores de garganta.

Precauções: Consumir pequenas doses se tomar anticoagulantes ou estiver grávida.

Equinácea

A protagonista na imunidade

Esta planta típica dos índios da América do Norte estimula o nosso sistema imunológico e apresenta propriedades promotoras dos mecanismos de defesa do organismo, nomeadamente se falarmos em doenças infecciosas.

Porque funciona? Os maiores defensores desta planta asseguram que estes extratos permitem, por exemplo, reduzir a duração de uma constipação em média 1,4 dias. Os seus componentes estimulam a regeneração celular, mas atenção: embora eficaz, não representa um seguro de “constipação zero”, aos primeiros sintomas deverá consultar o seu médico.

Forma de tomar: Encontrará a equinácea em extratos secos e cápsulas. Sugerimos uma cápsula duas vezes por dia, durante 10 dias por mês, nas estações mais frias do ano.

Ou, se preferir, aplique 20 gotas deste óleo essencial num copo de água, e tome pela manhã, em jejum, durante 10 dias consecutivos.

Precauções: O uso excessivo pode causar irritação na garganta. Deve ser tomada com precaução durante a gravidez e lactação. Pelo fato de estimular o sistema imunitário, não é recomendado a pessoas com doenças autoimunes.

Ginseng

O inimigo da fadiga

Tradicionalmente prescrita na medicina tradicional chinesa, os especialistas consideram esta planta preventiva, curativa e reconhecem-na, sobretudo pelos seus efeitos benéficos anti fadiga.

Porque funciona? Faz parte da categoria das plantas adaptativas, o que significa que são capazes de normalizar o funcionamento do organismo de acordo com as necessidades individuais. Reforça a nossa capacidade de adaptação ao stress físico, estimula os níveis de energia e a recuperação em caso de convalescência.

Forma de tomar: Em pó ou em cápsula. A sua raiz é também frequentemente mastigada. Uma das alternativas consiste em fazer uma “cura” de cápsulas com uma caixa de 60 comprimidos, ou optar pela mistura (em partes iguais) de ginseng, com guaraná, ingerindo duas colheres de chá deste preparado num copo de água e beber pela manhã, durante 15 dias. Repetir se necessário.

Precauções: Se tem hipertensão ou passou por um processo de cancro de mama, é imprescindível consultar primeiro o seu médico.

Ginseng Siberiano

O rei da resistência

Pertence à mesma família que o ginseng mas reside em climas mais frios. Difere do anterior pelas suas substâncias que são importantes, sobretudo, no aumento das capacidades do sistema imunológico. Poderá ser um aliado se procura uma melhoria em termos de resistência, força muscular e desempenho físico.

Porque funciona? O ginseng siberiano contém princípios ativos semelhantes às moléculas ativas do ginseng, que impulsionam os nossos níveis de capacidade física.

Forma de tomar: Uma cápsula três vezes por dia, até atingir 600 miligramas.

Precauções: Recomenda-se o aconselhamento primeiro com o seu médico.



Alcaçuz

O combatente das bronquites ou anginas

A raiz desta leguminosa mediterrânica é usada tanto pelas suas virtudes virais como anti-inflamatórias. Ajuda a tratar de distúrbios do fígado e garganta, através das suas propriedades suavizantes, protetoras e cicatrizantes das mucosas (revestimento interno das cavidades do corpo).

Porque funciona? Por possuir potentes antioxidantes. Usualmente, perante um vírus, excretamos naturalmente cortisol (substância inata que apresenta resposta ao stress e ajuda a aumentar a pressão arterial e o açúcar do sangue). Ao ingerir alcaçuz, absorvemos as suas propriedades benéficas e aumentamos a duração da ação do cortisol.

Forma de tomar: Fazer uma infusão a partir da sua raiz seca (e ingeri-la com água morna); tomar cápsulas, ou ainda, rebuçados e gomas.

Solicite na farmácia da especialidade ou ervanária, uma preparação com extratos de cipreste, echinácea e alcaçuz (em partes iguais) e misture. Coloque duas colheres de chá num copo de água e tome três vezes por dia, durante três dias seguidos, especialmente no caso de infecções em fase inicial.

Precauções: Atenção, pode favorecer a hipertensão.



Tomilho

O expectorante natural

Na Roma antiga os soldados banhavam-se com tomilho para adquirem determinação e valentia, uma vez que a palavra deriva do grego thymus, que significa coragem. Esta é a planta antisséptica por excelência, que vem emprestar forças ao nosso sistema imunitário, nomeadamente nos casos de problemas de brônquios, revelando-se, um bom expectorante.

Porque funciona? A sua composição contém flavonoides (substâncias que atuam como inibidores enzimáticos aumentando as nossas propriedades antioxidantes). Para além disso, esta nobre planta aromática é rica em moléculas ativas, entre as quais algumas são antissépticas, o que significa que inibem a proliferação de microrganismos presentes na pele.

Forma de tomar: Como prevenção, faça uma tisana: Prepare uma infusão com 40g de tomilho + 40g de tomilho + 40g de urtiga e + 20g de erva-cidreira. Filtre e beba quente ou morna.

Precauções: Se for alérgica ao pólen ou ao aipo, deverá ter cautela. Prudencia também em caso de gravidez ou hipertensão.

Urtiga

A eterna revitalizante

A urtiga pica para se proteger de quem a quer destruir, por isso a quem a ela se encosta fica com a pele irritada. No entanto, se lhe tocar suavemente, não se preocupe, pois na sua essência é uma planta antioxidante, estimulante e revitalizante.

Porque funciona? As suas folhas são ricas em ferro e silício, em magnésio e em numerosos outros oligoelementos (microminerais essenciais aos seres humanos).

Forma de tomar: Saboreie uma pequena sopa de urtigas de tempo a tempo. Com os seus extratos, pode também degustar uma tisana de urtigas (secas ou frescas) diluídas em 200 ml de água fervida. Eventualmente poderá juntar um pouco de mel.

Precauções: Grávidas, lactantes e portadores de problemas cardíacos deverão tomar com prudência.

Groselha Negra

A estrela contra as alergias

Fruto associado à longevidade, retardando o envelhecimento e promovendo a saúde por ser abundante em vitamina C. É utilizada principalmente pelos seus efeitos circulatórios e pela sua ação anti-inflamatória.

Porque funciona? O segredo da groselha negra reside no fato de ser um antioxidante natural que nos defende vigorosamente lutando contra as típicas inflamações nos brônquios ou da asma.

Forma de tomar: Utilize os extratos de groselha negra para fazer uma infusão, depois saboreei-a bem fresca. Paralelamente, pode aplicar algumas bagas na confecção de originais (e saborosas) sobremesas.

Precauções: As folhas são contraindicadas para pessoas com atividade cardíaca ou renal reduzida. Não utilizar na gravidez.

Ginkgo Biloba

O protetor da mente

Considerada sagrada para os budistas, esta árvore originária da China é, sobretudo conhecida pelos seus efeitos benéficos nos níveis de concentração e memória. Diminui distúrbios da atenção e melhora a capacidade de aprendizagem. Mas também é eficaz no que respeita à fadiga.

Porque Funciona? Alguns dos seus princípios ativos parecem “alimentar” os neurônios, ajudando-os a melhor captar o oxigénio. Não podemos, naturalmente, esperar efeitos imediatos, convém respeitar o ‘tratamento’ durante pelo menos 10 dias.

Forma de tomar: Em caso de fadiga intelectual, solicite uma mistura de extratos de ginkgo e ginseng (em partes iguais de 150 miligramas), e tome pela manhã, durante um mês.

Precauções: Desaconselhado se estiver grávida ou a preparar-se para sofrer algum tipo de intervenção cirúrgica

Alecrim

O defensor de uma pele saudável

Regra geral, todas as plantas exalam um aroma forte e agradável. O alecrim é utilizado com fins medicinais e culinários, mas a sua essência é também utilizada em perfumaria. É um hipertensor, consegue estimular a memória, a circulação e ajuda a pele seca a produzir oleosidade, atuar no tratamento do acne e ou entorses. Funciona também como relaxante muscular ao massajar.

Porque Funciona? Porque além das suas propriedades antioxidantes, atua também como antisséptico, protegendo a superfície da pele.

Forma de tomar: Experimente uma infusão de alecrim, após as refeições, com 4g de folhas por chávena, diluído em água a ferver. Também existe no mercado cápsulas e pomadas de ação analgésica.

Precauções: Não são recomendáveis doses altas pois podem ter um efeito irritante.



Hortelã pimenta

O bom digestivo

Esta planta originária da região mediterrânica da Europa é das mais versáteis do planeta. O seu óleo essencial é utilizado não só pelas indústrias da perfumaria e farmacêutica, mas também, pela medicina alternativa. Possui inúmeras propriedades, entre as quais prevenir e combater a flatulência, diarreia, vómitos ou indigestões. Também atua como desparasitante.

Porque Funciona? Possui um alto conteúdo de mentol, tornando-se, naturalmente, num agente calmante para o mal-estar do estômago.

Forma de tomar: Pode experimentar em cápsulas ou infusão, mas se não gostar, utilize o óleo essencial de hortelã, especialmente no caso de estar constipada: através de inalações dos vapores da própria essência.

Precauções: Não aconselhável para quem sofre do aparelho digestivo (nomeadamente de refluxo).

Qual a diferença entre cápsula e comprimido? 
Cápsula é um invólucro de gelatina que envolve a mistura de pós (ou óleos) com a função de mascarar o sabor. Os comprimidos são a compressão da mistura de pós e a absorção inicia-se logo na boca.

CUIDADOS A TOMAR

- Em tratamentos de fundo. As plantas que estimulam o sistema imunitário não devem ser tomadas continuamente. Deverá tomar durante 10 ou 15 dias por mês, seguindo-se, preferencialmente uma interrupção de 20 dias.

- Determinar as necessidades. Se, por exemplo, a echinácea é uma planta imunológica estimulante de base, que à partida interessa a toda a gente, existem outros extratos cujo objetivo interessará apenas a alguns. Determine primeiro os seus objetivos.

- As plantas são verdadeiros medicamentos. Isto significa que não deve decidir ‘automedicar-se’, deverá sempre pedir primeiro um conselho ao seu médico.



COMO APROVEITAR MELHOR O EFEITO DAS PLANTAS?

- As tisanas são, regra geral, boas para prevenção: a água ajuda a dissolver os seus princípios ativos, agindo assim eficazmente.

- As cápsulas de plantas têm o estatuto de suplementos alimentares. Como são pouco doseadas, também se revelam úteis a título preventivo.

- Os óleos essenciais, a grande referência na fitoterapia tradicional, apresentam-se, geralmente, sob a forma de gotas para diluir e aplicar externamente.

- Mais recentemente, os extratos de plantas estandardizadas (seleção que oferece uma garantia excecional de pureza, vigor e qualidade) garantem uma dosagem estável dos princípios ativos e tratam de forma eficaz.

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A CHEGADA DO OUTONO E AS CRIANÇAS
2016-09-13 01:55:08 naturok naturok naturok

O outono e o Inverno são estações particularmente complicadas no que toca aos cuidados a ter com as crianças, uma vez que as temperaturas são mais incertas, tornando mais propícias as constipações e gripes.

A verdade é que nem sempre é o frio o principal inimigo das crianças, o que realmente despoleta certo tipo de complicações são as alterações meteorológicas bruscas.

Por isso, papás e mamãs, é importante que existam cuidados redobrados, sobretudo quando as crianças estão no infantário, uma vez que uma criança constipada contagia todos os seus coleguinhas.

Desta forma, a chegada do outono exige cuidados sobretudo com a alimentação e a forma de vestir, que devem ser tidos em atenção para evitar pequenos problemas de saúde.

Relativamente à questão da forma de vestir, esta deve ser adequada às temperaturas. Ora, é muito normal vermos crianças demasiado agasalhadas para as temperaturas que se fazem sentir.

Mas isso também não é bom, uma vez que demasiada roupa, faz com que a criança transpire e tenha necessidade de se despir, causando assim, diferenças de temperatura corporais bruscas.

É também importante que aquecedores e ares condicionados, por exemplo nos carros, sejam evitados, para que quando as crianças saem desses ambientes não sintam uma grande diferença de temperatura.

cuidados com as criancas no outono

Também com a pele são necessários alguns cuidados nomeadamente no que respeita à hidratação. As temperaturas mais frias e sobretudo em dias mais secos, a pele tem tendência a ficar mais áspera e desidratada.

Por isso, é importante que sejam utilizados alguns cremes e até mesmo gel de banho adequado para que a pele não fique danificada.

Contudo, nesta estação o mais importante é realmente a alimentação.

A partir dos alimentos ingeridos as crianças ganham as vitaminas e nutrientes necessários para manter o seu corpo o mais saudável possível.

Assim, com a chegada do outono é importante que comecem a ser consumidos ainda mais sumos de frutas naturais e chás como forma de manter o corpo o mais hidratado possível.

O outono é ainda uma estação com uma grande variedade de frutas que devem ser consumidas com a maior frequência possível, tendo em conta que são ricas em vitamina C, a vitamina mais importante desta estação do ano.

Nesta altura, em que as saladas perdem em parte a piada, é importante que o consumo de legumes continue a ser feito de forma regular. Por isso, a cada refeição tente inserir um legume diferente.

Além destes cuidados, existem ainda alguns comportamentos que deve ensinar ao seu filho, pois ajudam a prevenir o aparecimento de constipações e gripes, como o lavar as mãos com frequência.

Deve ainda pedir aos mais novos que assim que comecem a sentir o nariz entupido digam, porque por vezes se controlada desde cedo este síntoma pode não passar disso mesmo.

Papás e mamãs, apesar das temperaturas diferentes e dos cuidados serem outros, não tenham receio de deixar as crianças brincar na rua e até com outras crianças.

As constipações se tratadas desde início não chegam a ter implicações e complicações, e o importante é que as crianças sejam felizes.

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Pele e envelhecimento
2015-10-22 01:29:08 Dietmed Dietmed Dietmed

PELE
À medida que envelhecemos vemos e sentimos mudanças na nossa pele, torna-se mais seca, enrugada e começam a surgir manchas.

Algumas dessas mudanças são naturais, inevitáveis e inofensivas e podem ser prevenidas ou tratadas.

CAUSAS DO ENVELHECIMENTO
Com o passar dos anos, a pele perde elasticidade e as fibras de colágeno e de elastina, que são responsáveis por manter a elasticidade da pele, enfraquecem. A pele torna-se mais fina, perde lípidos e perde a firmeza.

ENVELHECIMENTO INTRÍNSECO:
Geneticamente programado, trata-se de um processo natural que resulta da degeneração lenta dos tecidos, inscrito no património genético de cada um.
É o “relógio biológico » perante o qual não somos todos iguais …

ENVELHECIMENTO EXTRÍNSECO:
Provocado por múltiplos factores ambientais, tais como a exposição ao sol, a poluição, o stress, tabaco, etc.

SINAIS DO ENVELHECIMENTO:
• Os primeiros sinais do envelhecimento cutâneo, as rugas e as rídulas, a ausência de luminosidade e a perda de elasticidade, aparecem.
Estas manifestações estão relacionadas com a desaceleração do metabolismo das células da pele e com o ataque sucessivo dos radicais livres: agentes oxidantes, entre outros, provocados pelas exposições aos raios UV.
• Em seguida, as rugas formam sulcos profundos e a pele perde firmeza.
Estas marcas do tempo estão essencialmente relacionadas com a rarefacção das fibras de colagénio e o empobrecimento da substância fundamental da derme, o ácido hialurónico.
• Por fim, a pele madura perde densidade, vitalidade e conforto.
Com o tempo, a síntese dos componentes essenciais da pele abranda :
- O ácido hialurónico e o colagénio, moléculas-chave do tecido de suporte da pele, rarefazem-se. A arquitectura da pele fragiliza-se, perde densidade e distende-se.
- Estes sinais são acompanhados de secura cutânea relacionada com a diminuição natural dos lípidos da pele.

SINAIS E SINTOMAS:
Rugas
Pele seca
Manchas na pele

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Harpago - O grande anti-inflamatório e analgésico natural
2015-10-22 01:06:30 Dietmed flipper

HARPAGO


A sua designação em Latim é Harpagophytum procumbens DC. 
É constituída por iridóides muito amargos (principalmente o harpagósido com 0,1 a 2%, harpágido, procímbio e procombósido), flavonóides, fitosteróis, ácido cinâmico, óleo gordo, ceras e glúcidos diversos (cerca de 70%, com predomínio de oligossacáridos). 

Os efeitos dos constituintes ativos harpagosídeos estão relacionados com o facto de interferirem na síntese de eicosanóides e na inibição da síntese do ácido araquidónico.

A sua aplicação terapêutica baseia-se na sua eficácia anti-inflamatória e analgésica, particularmente no alívio dos sintomas da artrite, nomeadamente na dor e rigidez osteoarticular.

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Creme Budwig
2015-07-28 18:13:25 Nutergia.pt Dr. Mário Tinoco bio-c-bon

O Famoso Creme Budwig


Também é chamado de «pequeno-almoço Kousmine, delícia da manhã ou creme de 100 anos», foi criada por Johanna Budwig e retomada e popularizada pela Doutora Catherine Kousmine que a recomendou nas dietas dos seus pacientes, no quadro de reorganização nutricional e terapêutico.

Composto por alimentos crus e naturais fornece todos os elementos nutritivos (protéinas, glúcidos lentos e mais rápidos, vitaminas, minerais e bons ácidos gordos essenciais) logo pela manhã como uma refeição de rei!

Para um pessoa :

  • 4 colheres de chá de queijo fresco magro (ou para quem é intolerante, com terreno alérgico, um iogurte de ovelha, de soja ou tofu)
  • Sumo de meio limão
  • 2 colheres de chá de óleo de linho, camelina, noz ou gérmen de trigo de1ª pressão a frio
  • 1 ou 2 colheres de chá de sementes de oleaginosas Bio acabadas de ser moídas (em alternativa linhaça, girassol, sésamo, amêndoa, noz, avelãs…)
  • 2 colheres de chá de cereais acabados de ser moídos (em alternativa cevada, aveia, arroz meio completo ou completo, painço, trigo sarraceno não torrado)
  • 1 banana pequena bem madura ou 2 colheres de chá de mel de qualidade
  • Frutas frescas da época (excepto cítricos muito ácidos)

Numa taça, bater em creme com um garfo o queijo branco (ou outro) com 2 colheres de chá de óleo para formar uma emulsão.

Acrescentar a banana esmagada com o garfo ou mel e depois o sumo de limão. Juntar as sementes de oleaginosas e cereais moídos. Acrescentar alguma fruta fresca de estação, inteira ou cortada em função do tamanho.

Cuidado!
Nunca misturar cereias. Usar unicamente um cereal de cada vez! 
Nunca trigo ou centeio crú, demasiado ricos em glúten e desmineralizantes quando não cozinhados.
Nunca usar flocos de cereais.

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Sementes de abóbora prometem ajudar o homem na saúde da próstata...
2015-07-15 18:30:26 http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25196580 Dr. Cristina Sales corpodefinido.net

Uma investigação publicada no Urologia Internationalis mostrou os benefícios do consumo de sementes de abóbora.

Um total de 1431 homens entre os 50 e 80 anos com sintomas urinários indicadores de hiperplasia benigna da próstata foram estudados. Os indivíduos foram divididos em 3 grupos - sementes de abóbora, extracto de sementes de abóbora ou placebo.


Os resultados foram verificados usando uma escala internacional de sintomas prostáticos e foram considerados bons resultados quando o paciente melhorava 5 pontos ou mais em 12 meses. Outros parâmetros como qualidade de vida e diurese durante a noite foram também avaliados.
 

Após 12 meses não havia diferenças entre o grupo do extracto de abóbora e o placebo. Entre o grupo das sementes de abóbora e o placebo havia diferenças significativas. 
 

Portanto, as sementes de abóbora parecem ser alimentos funcionais que muito beneficiam a saúde masculina. E este é um exemplo em que os alimentos se mostraram melhores que os suplementos.

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Deficiência de vitamina D é «Uma verdadeira Epidemia»
2015-07-15 01:00:45 SapoLifestyle Dr. Viriato Horta bambuchuveroso

O alerta é dado por Viriato Horta, médico especialista de medicina geral e familiar. No próximo sábado, 4 de julho, especialistas de saúde debatem o assunto na Fundação Oriente em Lisboa.

 

Na atualidade, a deficiência de vitamina D constitui uma verdadeira epidemia, estando a sua prevalência a aumentar em todo o mundo. Esta situação, que se pode considerar uma verdadeira doença da civilização, tem-se vindo a agravar nos últimos anos. Atualmente, segundo dados, pesquisas e estudos internacionais, afeta a grande maioria dos idosos e atinge entra 30% a 50% da população geral e deve-se a alterações profundas do padrão demográfico, do perfil das doenças e do modo de vida da maior parte das pessoas. As causas mais comuns geralmente apontadas pelos especialistas são:

- A redução da exposição solar

Menos trabalho ao ar livre, mais horas de permanência das crianças nas escolas e dentro de casa, maior taxa de domiciliação e institucionalização de idosos e ainda alterações ao nível do uso de vestuário, entre outras.

- O uso crescente de protectores solares com filtros UVB

São geralmente utilizados como medida de prevenção do envelhecimento cutâneo e do cancro de pele. Os protetores solares com um FPS de 10, 20 e 30 reduzem, respetivamente, em média, 90%, 95% e 98% da radiação UVB.

- O aumento das situações que alteram a absorção, o metabolismo e a biodisponibilidade da vitamina D

Estas mudanças prendem-se com a obesidade (o tecido adiposo capta e fixa vitamina D), a insuficiência hepática e renal, a toma de medicamentos, situações de má absorção gastro-intestinal, a toma de laxantes, entre outras.

- O envelhecimento da população

Esta situação gera uma menor capacidade de síntese cutânea de vitamina D nos idosos.

- Mudanças do padrão alimentar

A ingestão de mais carne e de menos peixe é outra das causas.

A vitamina que não o é

Para se compreender melhor esta situação, é necessário saber um pouco mais sobre a própria vitamina D, que pertence ao grupo das vitaminas lipossolúveis (que se dissolvem em gordura). Logo aqui surge um problema de nomenclatura, porque a vitamina D não é uma vitamina, mas sim uma hormona esteroide, embora continue a designar-se como vitamina por razões nutricionais e de saúde pública. Por definição, vitaminas são substâncias reguladoras do metabolismo, requeridas em pequenas quantidades, e que não podem ser produzidas pelo nosso organismo.

Como a vitamina D pode ser produzida na nossa pele, por acção dos raios solares, ela não é, tecnicamente, uma vitamina. Existem duas formas químicas principais da vitamina D. Uma delas é a vitamina D2 (ergocalciferol). De origem vegetal, é obtida pela irradiação ultravioleta B (UVB) do ergosterol. A outra é a vitamina D3 (colecalciferol), de origem animal, obtida pela irradiação UVB do 7-dihidrocolesterol.

Enquanto os raios UVA têm uma intensidade constante, a radiação ultravioleta B (UVB) varia de intensidade ao longo do dia e do ano (é tanto maior quanto mais alto esteja o sol) e com as condições atmosféricas (é tanto maior quanto maior for o buraco de ozono e tanto menor quanto mais nuvens encobrirem o sol). Por outro lado, a radiação UV (A e B), quando em excesso, provoca queimaduras solares (escaldões), foto-alergias, envelhecimento cutâneo e cancro da pele. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os níveis de radiação UV classificam-se em baixos (0 a 2), moderados (3 a 5), altos (6 e 7), muito altos (8 a 10) e extremos (11 a 14).

Quanto maior o índice UV, maior é a produção cutânea de vitamina D mas também são maiores os efeitos nocivos do sol. Como a produção cutânea de vitamina D só ocorre quando o índice UV é superior a 3, existe uma margem muito estreita entre os efeitos benéficos e os efeitos prejudiciais do sol.

Veja na página seguinte: Ir para a praia sem protetor solar para conseguir mais vitamina D

Ir para a praia sem protetor solar para conseguir mais vitamina D

É necessário que cada pessoa, individualmente, tenha em linha de conta o seu tipo de pele (quanto mais clara for, mais vitamina D produz, mas mais depressa se escalda) e o nível de radiação UV a que vai estar exposta (alguns boletins meteorológicos apresentam a previsão horária desse nível) e adopte uma estratégia adequada de exposição ao sol que lhe permita obter o máximo de proveito com o mínimo de risco. Portugal é um país de sol mas não é tropical, pelo que, para efeitos de produção cutânea de vitamina D, a exposição solar durante os meses de inverno é pouco útil, uma vez que o sol tem pouca altura.

Para se conseguir uma produção adequada de vitamina D é necessário, na primavera, no verão e no outono, um tempo de exposição solar, sem protetor, de 15 a 30 minutos (conforme o tipo de pele), pelo menos três a quatro vezes por semana, nas horas em que o nível de radiação UV seja de 4 ou 5. Uma estratégia possível é aplicar o protetor solar apenas à chegada à praia e aproveitar os minutos que ele demora a actuar para produzir vitamina D. Mesmo que, nesse período do ano, se produza mais vitamina D do que o necessário para o dia a dia, o excedente armazena-se no fígado e em outros tecidos gordos do corpo e pode ser utilizado mais tarde.

A vitamina D pode ainda ser obtida a partir da dieta, sobretudo a partir de peixes gordos, leite e derivados, ovos, iscas de fígado (D3), cogumelos e leveduras (D2). Em termos gerais, e em condições ideais de vida, entre 80 a 90% da vitamina D deveria provir da síntese cutânea (D3) e 10 a 20% da dieta (D2 e D3). No entanto, é difícil compensar com a alimentação as muitas deficiências da produção cutânea de vitamina D, pelo que é frequentemente necessário recorrer a suplementos de vitamina D (alimentares e medicamentosos). Quanto aos suplementos alimentares, o mais conhecido (e o mais potente) é o óleo de fígado de bacalhau, que agora já se apresenta em cápsulas, de modo a evitar o seu mau paladar.

As doses de suplementação de vitamina D

É hoje prática corrente a suplementação com vitamina D de muitos produtos alimentares, nomeadamente leite (em pó ou em natureza), iogurtes, farinhas e sumos de fruta. Quanto aos medicamentos, existem inúmeras formas de apresentação e diferentes doses, que podem ser adquiridos em farmácias e outros locais de venda autorizada, devendo sempre consultar-se um profissional de saúde (médico ou farmacêutico) antes de se iniciar a sua toma.

Recentemente, foram aprovados medicamentos mais práticos, que concentram num único comprimido doses elevadas de vitamina D3, permitindo a sua toma em esquemas mensais, o que pode ser uma grande vantagem para os idosos, que em geral já tomam muitos medicamentos todos os dias. Em geral, as doses dos suplementos e dos medicamentos são apresentados em UI (Unidades Internacionais) de vitamina D, mas alguns produtos são apresentados em microgramas. Para evitar confusões e erros de dosagem, deve usar-se a fórmula de conversão 1 micrograma = 40 UI.

O metabolismo da vitamina D é complexo, mas pode ser resumido de uma forma simples. As vitaminas D2 e D3 (ergocalciferol e colecalciferol) são biologicamente inativas, precisando de ser transformadas, primeiro no fígado, em 25-hidroxivitamina D (calcidiol), e depois no rim, em 1.25-dihidroxivitamina D (calcitriol). O calcidiol é a principal forma circulante, mas o calcitriol é biológicamente mais potente (interage mais ativamente com o receptor nuclear da vitamina D, presente na maioria das células do nosso organismo). Para além do rim, muitos outros órgãos podem produzir calcitriol, sendo esta produção local responsável pela regulação de cerca de 200 genes.

Os efeitos biológicos da vitamina D não se exercem apenas sobre o metabolismo fosfo-cálcico e a promoção da formação óssea (prevenção do raquitismo, da osteomalacia, da osteoporose e das fraturas) e incluem uma vasta série de outros efeitos, que se designam por efeitos pleiotrópicos, nomeadamente uma ação anti-oncogénica (prevenção de alguns tipos de cancro), uma ação anti-infecciosa, uma ação anti-envelhecimento e uma ação anti-inflamatória (reduz o risco de doenças auto-imunes, como a esclerose múltipla, a artrite reumatoide e a poliartrite inflamatória).

Veja na página seguinte: Outros efeitos biológicos da vitamina D

Outros efeitos biológicos da vitamina D

A essas, junta-se um efeito protetor cardio-vascular (reduz o risco de enfarte, de doença coronária e de insuficiência cardíaca), um efeito preventivo da diabetes mellitus e da obesidade (melhora a produção e a sensibilidade à insulina), uma ação neuro-protectora (promove a maturação do sistema nervoso central, melhora o tónus muscular e o equilíbrio e reduz o risco de quedas, de défice cognitivo e de demência) e ainda um efeito protetor na gravidez (menor risco de eclampsia e de baixo peso ao nascer).

As pessoas que apresentam níveis baixos de vitamina D não beneficiam destes efeitos protetores e têm maior risco de sofrer dos problemas de saúde indicados atrás. No entanto, a maior parte das pessoas que têm deficiência de vitamina D não tem queixas específicas, a não ser que essa deficiência seja muito acentuada e provoque problemas cardíacos (arritmias e insuficiência cardíaca), problemas neurológicos (tetania e convulsões) e alterações na formação dos ossos (raquitismo, nas crianças, e osteomalacia e osteoporose, nos adultos).

Na maioria dos casos, as queixas são pouco concretas e incluem fraqueza muscular, cãibras, alterações da sensibilidade, dores inespecíficas, cansaço, falta de equilíbrio, maior propensão para infecções, quedas e fracturas, pele seca e unhas quebradiças, entre outras manifestações. É, por isso, muito importante identificar as situações de deficiência de vitamina D, e para isso tem de dosear a vitamina D. O nível sérico de 25-hidroxivitamina D (calcidiol) é o melhor indicador do conteúdo corporal de vitamina D, ao refletir a vitamina obtida a partir da dieta, da síntese cutânea e da conversão a partir dos depósitos hepáticos.

A sua determinação é fácil e rápida e faz-se através de uma análise ao sangue, sendo os resultados apresentados em ng/ml (nanogramas por mililitro). Ainda não existe unanimidade quanto aos níveis corretos de vitamina D. Algumas sociedades científicas consideram haver deficiência com valores inferiores a 12 ng/ml de calcidiol, carência entre 12 e 20 ng/ml e valores adequados (suficiência) acima de 20 ng/ml, enquanto outras consideram haver deficiência com valores inferiores a 20 ng/ml, carência entre 20 e 29 ng/ml e valores adequados (suficiência) entre 30 e 100 ng/ml.

Os níveis mínimos normais de vitamina D

Do ponto de vista técnico, os níveis mínimos normais de vitamina D são aqueles que permitem optimizar a absorção de cálcio, manter níveis de hormona paratiroideia reduzidos e produzir o maior benefício para o osso e a função muscular, o que se consegue com valores que vão de 20 a 30 ng/ml, conforme as diferentes pessoas. É precisamente para compensar esta variabilidade que se deve ter como objetivo atingir valores superiores a 30 ng/ml de 25-hidroxivitamina D.

Por outro lado, os níveis séricos ideais de vitamina D são aqueles que permitem produzir os maiores benefícios pleiotrópicos na saúde. Esses níveis também variam de pessoa para pessoa e devem estar compreendidos entre os 50 e os 80 ng/ml de 25-hidroxivitamina D. Não é preciso, nem é viável, estudar toda a população, mas é absolutamente necessário fazer o rastreio da deficiência de vitamina D aos grupos considerados de risco, como é o caso de idosos e pessoas pouco expostas ao sol ou com pele mais escura.

A lista inclui ainda grávidas, lactantes, mulheres pós-menopáusicas, obesos, pessoas com síndromes de má absorção, doentes sob medicação que interfira com a vitamina D, doentes com osteoporose e pessoas com história de quedas frequentes e/ou com fracturas patológicas. Todas as pessoas que tenham níveis baixos de vitamina D (inferiores a 30 ng/ml de 25-hidroxivitamina D) devem ser tratadas por um médico, podendo ser necessárias doses altas, da ordem dos milhares de UI/dia.

Veja na página seguinte: As soluções terapêuticas que os médicos recomendam

As soluções terapêuticas que os médicos recomendam

Pode optar-se por esquemas terapêuticos orais, diários ou semanais, com vitamina D2 (ergocalciferol) ou D3 (colecalciferol), mas esta última é preferível porque garante níveis séricos mais elevados a médio e longo prazo. Após atingir os valores-alvo desejados (superiores a 30 ng/ml de 25-hidroxivitaminaD), deve fazer-se esquemas de terapêutica de manutenção prolongados, que variam entre 400 UI/dia para os lactentes e 800 UI/dia para os idosos. Nos obesos, nos doentes que tomam medicamentos que interferem com a vitamina D e nos que têm situações de má absorção gastro-intestinal, as doses terapêuticas e de manutenção da vitamina D devem ser duplas ou mesmo triplas das usadas na população geral. 

Apesar do risco de efeitos tóxicos da vitamina D ser muito reduzido, uma vez que é preciso tomar doses muito altas, durante muito tempo, para chegar a níveis tóxicos, não é aconselhável fazer automedicação sem controlo, pelo menos em doses elevadas. Como conclusão pode dizer-se que a deficiência de vitamina D existe e que tem uma elevada prevalência mas também podemos afirmar que é fácil de identificar e é fácil de tratar.

Texto: Viriato Horta (especialista de medicina geral e familiar da Clínica Europa em Carcavelos)

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